Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças

Enviada em 21/05/2021

Em frente ao atual cenário mundial de incertezas causadas pela pandemia do novo coronavírus, o isolamento social, imposto no dia 16 de março no Brasil, fez com que, em um passe de mágica, as crianças desaparecessem das ruas e mudassem totalmente sua rotina e forma de interações pessoais. A partir disso, dois pontos relevantes que se sobressaem nesse contexto são a dependência excessiva dos pais, como também dificuldades na comunicação e interatividade com relações interpessoais,

Em verdade, o fato do afastamento arrependido de suas principais atividades, fez que as crianças passassem a ter um contato maior com seus responsáveis, pois de certa forma ficou uma carga deles todas as atividades, gerando um grande vinculo. Mediante a isso, os tutores por motivos de falta de tempo ou também por um certo desgaste psicológico findam realizando grande parte das atividades projetadas as crianças, uma vez que, se liberta mais rápido esses deveres em razão de não investir um certo tempo para ensina- los a resolver problemas de dados. Nesse prisma, o futuro dessa parcela da população é comprometido devido à pequena autonomia, fazendo com que sua capacidade de resolução de conflitos ou problemas diminua ao ponto de sempre recorrem aos pais.

Outrossim, a quarentena impôs o distanciamento entre as pessoas comprometidas com as relações, por mais que exista unidades ferramentas digitais para a comunicação é danificada por motivo de não existir uma proximidade física, na qual se tem uma interação e envolvimento entre as partes. Dessa forma, o isolamento social contribui drasticamente para a formação de crianças com dificuldades em expressar, por causa dessas interações elas criam alguns bloqueios psicológicos e pré-julgamentos, impactando seriamente o futuro delas relacionado ao mercado de trabalho, relacionamento amoroso e até mesmo como amizades.

Dessarte, é notório o impacto negativo que o distanciamento social por conta do coronavírus causa as crianças. Desse modo, por mais que não existe uma solução definitiva para essa celeuma, cabe ao Estado, por meio do ministério da saúde em parceria de suas secretarias realizarem um planejamento claro e palpável para a vacinação e contenção da doença, com o fito de voltar gradualmente, com responsabilidade, a rotina e restabelecer esse contato. Ademais, urge as instituições de ensino em conjunto da mídia elaborar propagandas, campanhas e debates, para instruir os pais como atenuar a dependência deles para criar uma certa responsabilade nas crianças e também melhorar os relacionamentos virtuais tentando deixar o mais próximo do real, com a finalidade de diminuir essas barreiras impostas.