Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças
Enviada em 21/05/2021
“Cada um no seu quadrado” -frase típica das brincadeiras infantis- sem obrigação, sem perigo e totalmente por diversão. Fora do universo de lazer das crianças, é vivenciado o efeito da quarentena e da pandemia do novo coronavírus. Diante disso, é preciso avaliar como está sendo o desenvolvimento escolar e psicológico dos menores e além disso a preocupação sobre o que acontece no mundo.
A princípio, a pandemia de novo coronavírus trouxe muitas mudanças na rotina das crianças.Nesse sentido, um levantamento realizado pela província chinesa de Xianxim com pouco mais de trezentas crianças, revelação: dependência emocional, desatenção, preocupação, problemas de sono e outros como principais intempéries para os pequeninos. Seguindo essa linha de raciocínio, o principal causador, é sem dúvidas o isolamento social, pois as crianças escolhidas de ir a escola, perderam o contato com os amigos, e além disso a forma mais social que elas podem usufruir são como telas dos computadores, oque sem dúvidas, fragiliza as relações, causando maior dependência emocional.
Outrossim, as incertezas sobre o futuro também amedontra as crianças nesse momento de quarentena. Nesse viés, Guilherme Polanczyk- professor de psiquiatria da infância e da adolescência da USP- afirma que o confinamento vai impactar de alguma forma a vida de todas as crianças. A respeito dessa acertiva, é importante ressaltar que, como as crianças estão passando muito tempo em casa, apenas na companhia dos pais, que estão se adaptando como novas formas de trabalho, e sim, técnico no ambiente familiar muitas preocupações, as crianças vão tomar muito das experiências da rotina pra elas próprias, causando medo, ansiedade e pânico.
Portanto, para que o “Cada um no seu quadrado” volte a ser somente uma brincadeira, é preciso, com toda a diminuição dos efeitos da quarentena e da pandemia. Cabe ao Governo Federal, órgão de produção nessa temática, deve priorizar a compra de vacinas, por meio do Ministério da Saúde, custeado pelos impostos pagos anualmente - o IPTU, para que as crianças possam retornar como suas atividades normais, e assim diminuir consideravelmente os efeitos que o isolamento social trouxe. Caberia tambem, maior investimento das escolas em atividades psicosociais, antes uma nova inserção das crianças no mundo escolar.