Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças

Enviada em 24/06/2021

Evidentemente, uma pandemia vigente trouxe uma série de mudanças e desafios a pessoas de todas as faixas etárias. No entanto, como os especialistas têm função uma preocupação maior, em especial, com uma delas: a infância. Uma, porque é esta a fase mais relevante no que tange a diversos tipos de desenvolvimentos básicos na vida do ser humano. Outra, porque essa é uma faixa de idade em que uma pessoa ainda apresenta grande falta de equilíbrio e controle emocionais e maturidade.

É inegável que a quarentena tem desregulado diversas circunstâncias, etapas e “bases” essenciais para a vida de um indivíduo, como quais causarão, futuramente, importantes consequências para a vida de vários cidadãos. Exemplifica isso o fato de crianças expostas a longos períodos de estresse apresentarem níveis de serotonina mais baixos na idade adulta, o que leva a uma maior propensão à ansiedade e à depressão. Corrobora também o evento revelado por estudo feito com crianças na província chinesa de Xianxim em que, delas, 36% manifestaram dependência excessiva dos pais, 32% desatenção, 29% preocupação, 21% problemas de sono, 18% falta de apetite, 14 % pesadelos, e 13% desconforto e configuração, o qual indica possíveis problemas [presentes e] futuros de cognição.

A atual contexto, a sabre, de isolamento social, deixa nítido que a mente [de todos, claro, mas sobretudo] das crianças não suficientemente consolidada para situações extremas, vide que, conforme está já expôs a Fiocruz, estas têm dificuldades de concentração, irritabilidade, medo, inquietação, tédio, raiz de solidão, mudança sem padrão de sono e alimentação; isso, porque não têm, para tais hipóteses, o devido equilíbrio emocional, que, como define uma FIA, é uma competência comportamental que permite reconhecer a influência das emoções e, em respostas, exercer o autocontrole sobre elas, a fim de obter mais centradas , racionais e prejudiciais, mesmo hipóteses de hipóteses extremas, como as crises.

Em virtude dos fatos destacados, espera-se do Ministério da Saúde esforço máximo e intensa busca por boas relações diplomáticas, por intermédio do Ministério das Relações Exteriores, para um adiantamento do processo de vacinação, para que, o quanto antes, este alcance crianças e adolescentes e permitir o afrouxamento de medidas de isolamento social, dando às crianças a vida com brincadeiras que todas elas precisam. Além disso, ao mesmo órgão cabe, desta vez junto ao Ministério das Comunicações, propor aos pais e/ou responsáveis ​​das crianças e jovens do país, através da imprensa, jornais, jornais e canais de televisão, especialmente os públicos, como a TV Brasil e a TV Cultura, formas de se amenizar, por exemplo, o impacto de telas antes de dormir, a brusca e repentina mudança de rotina, entre outras coisas.