Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças
Enviada em 17/06/2021
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela ONU, assegura em todos os indivíduos o direito à educação e bem estar na sociedade. Entretanto, os efeitos negativos da quarentena e pandemia nas crianças, são inúmeoros, desde recursos para o ensino e saúde. Diante disso, se faz analisar contratempo.
Basilarmente, é crucial pontuar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de verba para escolas, professores e alunos. Diante disso, todos são prejudicados, pois o EAD, não é acessível por boa parte da população brasileira. Essa conjuntura segundo John Locke, configura-se como uma violação do ‘contrato social’, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação, o que é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar o lockdown como impulsionador das doenças mentais em crianças e adolecentes no Brasil. Diante de tal exposto, é necessário o isolamento para o combate do covid19, mas durante esse processo, o número de casos agravou-se, segundo um estudo feito pela UERJ, relevou um aumento de 90% de depressão e crises de ansiedade. Logo, é inadmissível que o cenário continue.
Para isso, é imprescindível que Ministério da Saúde, execute uma ação social e programas de intervenção contra transtornos metais, como terapia, e psicológos acessíveis a sociedade, com o fim de diminuir os casos. Contudo, o Ministério da Educação, distribua livros e apostilas para o ensino a distância, em comunidades e famílias carentes, o intuito de uma educação de qualidade, além de promoverem aulas atráves da televisão aberta. Assim, se consolidará uma sociedade, onde o Estado desemprenha corretamente seu ‘contrato social’, como afirma John Locke.