Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças
Enviada em 28/06/2021
Com a chegada da pandemia da Covid-19, pessoas do mundo inteiro foram afetadas de alguma forma e as crianças não foram a exceção. Derrepente uma luta contra um inimigo invisível, ter que ficar em casa o dia inteiro, sem frequentar a escola num momento da vida em que a interação é de extrema importância, é algo que está deixando os pais de cabelo em pé.
Mas, por que é tão importante falar disso? Simples; As crianças e adolescentes são o futuro, por esse motivo é de extrema importância que numa fase como essa, sejam encontradas alternativas para evitar problemas no psicológico.
É um problema de dificil solução, ainda mais se fomos contar com todas as doenças psicológicas que podem ser adquiridas pelos pequenos. Uma pesquisa feita pela província chinesa de Xianxim, com 320 crianças e adolescentes, mostrou que: 36% dependência em excesso dos pais, 32% desatenção, 29% preocupação, 21% problemas de sono, 18% falta de apetite, 14% pesadelo e 13% desconforto e agitação.
O Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde também diz que é comum agora na pandemia crianças e adolescentes apresentarem mudanças negativas de psicológico, tais como: Irritabilidade, medo, inquietação, tédio, sensação de solidão, alterações no sono, alimentação entre outros fatores…
Uma alternativa bastante utilizada por pais e responsáveis, com toda certeza, é buscar atividades didaticas para entreter os pequenos e se possível passar mais tempo com os filhos, pois nessa pandemia muitos trabalham de casa fazendo com que estejam mais aptos a atenderem seus pequenos e conversar com seus filhos. Outra alternativa e recomendação é diminuir o tempo das crianças com as telinhas: A SPB recomenda que crianças de 2 a 5 anos fiquem uma hora apenas por dia nas telhinhas enquanto crianças de 6 a 10 anos fiquem no máximo duas horas nas telhinhas, com supervisão de um adulto responsável.