Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças
Enviada em 13/07/2021
Segundo o Zygmunt Bauman, a falta de solidez nas relações politícas e sociais são característica da “modernidade liquida”, persistente em século XXI. Tal prerrogativa se observa quando o Estado brasileiro desampara o indivíduo quando a proteção à infância , não se cumpre na realidade como condiz na lei de 1987, resulta, assim, no descumprimento da sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a proteção, o que infelizmente é evidente no País. Isso resulta da negligência do Estado aliado ao isolamento social. Diante do exposto, volta-se criar uma resolução desses antipáticos aspectos sociais.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater as doenças psicológicas das crianças como um promotor do problema. Nesse sentido, a falta de criação de mecanismos que parem tais recorrências promove uma sociedade mentalmente problemática e caótica. Além disso, segundo as ideias do contratualista john locke , configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não consegue proporcionar tal feito à população, resulta na má infraestrutura e gestão, pensamentos caóticos e deletérios da sociedade, tocante a toda desorganização dos setores responsáveis do governo, o forma um indivíduo problemático.
Ademais, é fundamental apontar o isolamento social como impulsionador das doenças mentais nos jovens do Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, houve aumento no índice de 7,5% das crianças abaixo dos 14 anos, com casos de depressão durante o período de “lock down”. Diante a situação, seguindo o pensamento Ratzel, ao qual o indivíduo se torna produto do meio em que está inserido. a criança, sem perceber, é condicionada, devido o isolamento social, a ter problemas psicologicos como a depressão, no qual posterior ao orgão mundial de saúde, é a doença mais incapacitante do mundo, promove, por exemplo, inúmeros empecilhos para a vida do próprio. Logo, é inadmissível que esse cenario continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater os maus hábitos e as lacunas estatais. Para isso, é imprescindível que o Congresso nacional, por intermédio de criações de leis, dirija aos órgãos responsáveis á estabelecer medidas de inteligencia para o tratamento e acompanhamento dessas crianças que já obtiveram, infelizmente, doenças psicológicas de grau maior, a fim de prevenir possíveis desastres. Paralelamente, é imperativo que o ministério da educação, por intermédio de redes de emissora, promova palestras semanais, com pedagogos e psicólogos, a orienta as famílias como agir nesse período de pandemia com as crianças. Assim, consolida-rá uma sociedade mais empoderada, e o estado ira desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.