Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças
Enviada em 10/08/2021
A Lei da Inércia, de Newton, relata que a tendência de um corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da Física, é possível perceber a mesma condição no que concerne à questão dos efeitos da quarentena e da pandemia no novo corona vírus nas crianças. Nesse contexto, observa-se a resolução de um grave problema, em virtude da ineficiência legislativa e o silenciamento social.
Sob esse viés, a ineficiência legislativa caracteriza-se como um complexo dificultador. A Constituição Federal de 1988 é lei básica brasileira que busca garantir a integridade dos seres vivos e do ambiente em que estão inseridos. No entanto, essa legislação não tem sido suficiente no que se refere aos efeitos da quarentena e da pandemia no novo corona vírus nas crianças, uma vez que o problema continua atuando fortemente no contexto atual. Assim, a lei sendo enfraquecida, dificulta-se a resolução desse impasse.
Ademais, outro empecilho encontrado é o silenciamento social. O filósofo Foucault defende que, na sociedade pós-moderna, alguns temas são silenciados para que as estruturas de poder se sejam mantidas. Dessa forma, percebe-se uma lacuna, no que concerne aos efeitos da quarentena e da pandemia do novo corona vírus nas crianças. Sob essa lógica, sem diálogo sério e massivo sobre esse contexto, sua solução torna-se mais difícil de ser alcançada.
É evidente, portanto, que medidas estratégicas devem ser tomadas para mudar esse cenário. Sendo assim, é imprescíndivel que a sociedade reinvidique seus direitos constitucionais, por meio de debates, mídia -instrumento de ampla abrangência- e fiscalizações das obrigações do Estado, principal promotor da harmônia social, em relação a esse cenário. Com a finalidade de combater esse impasse e alcançar o bem estar social. Dessa maneira, os cidadãos atuarão ativamente na mudança da realidade brasileira atual.