Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças

Enviada em 19/08/2021

Em 2020 instaurou-se a pandemia do novo coronavírus, em consequência disso a população foi obrigada a ficar em isolamento social para reduzir a disseminação do vírus. Diante desse cenário, de quarentena e pandemia, é importante ressaltar os impactos que ocasionou nas crianças. Os efeitos se devem ora pelo medo constante, ora pelo excesso de conectividade que o isolamento impulsionou.

Pimeiramente, é válido destacar como a pandemia aumentou o número de jovens e crianças com transtorno de ansiedade. Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira de Psiquiatria, muitos pequenos desenvolveu a “Síndrome da Gaiola”, fazendo-se alusão aos pássaros que não consegue deixar o cativeiro. Nessa pespectiva, as crianças adaptaram-se ao isolamento e temem de forma exarcerbada o Covid-19, por isso não desejam sair da quarentena. Logo, com a adpatação das atividades para a forma remota os pequenos ficam ansiosos e não conseguem sair de suas gaiolas físicas e psiquícas.

Além disso, o isolamento trouxe a necessidade de está constantemente conectado repercutindo nas relações em sociedade das crianças. Desde a Revolução Tecnológica a internet tornou-se o maior meio de comunicação utilizado na sociedade moderna, e com a pandemia obrigou as crianças estarem mais conectadas e substituir o contato físico para o das redes sociais, assim fragilizando as relações interpessoais na primeira infância. Dessa forma, as crianças não conseguem conviver com outras pessoas.

Portanto, é necessário soluções para as problemáticas discutidas. Para tanto cabe ao Ministério da Saúde aumentar a oferta de psicológos nos Centros de Atenção Psicosocial (CAPS), para acompanhar as crianças que desenvolveram quadros de ansiedade durante a pandemia, também é importante o Ministério da Educação, junto com a direção das escolas de ensino básico, produzir campanhas socioeducativas sobre os malefícios do uso prolongado da internet, para conscientizar pais e os alunos. Assim, pode-se amenizar os efeitos causados com o isolamento social na pandemia.