Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças
Enviada em 26/08/2021
No perído de colonização brasileira, o acesso aos meios sociais e educacionais de qualidade era restringido à elite, o que demonstra uma ultrage hierarquia social. Hodiernamente, mesmo com todos os avanços tecnológicos, a pandemia do coronavírus ressarciu o quão a desigualdade está presente, diante disso, as crianças são a parte de população mais prejudicada, sendo restringidas de contato social, além da dificuldade de estudo em zonas perífericas. Com efeito, a consolidação desse problema é um obstáculo para o desenvolvimento do país, em virtude da negligência governamental e ao silenciamento.
Sob essa ótica, é inubitável que a questão constitucional esteja entre as causas do problema. Com isso, a poética de Aristóteles deve ser usada, de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. Nesse sentido, consoante o pensamento do filosófo, a rudimentar estrutura do sistema brasileiro, negligencia os efeitos de doenças psicológicas na infância, pois as necessidades de inclusão são tidas como obrigação pessoal, sendo que esses deveres são coletivos e estatais. Nesse contexto, como não há o auxilío externo, jovens desenvolvem casos graves de dependência química, ansiedade e depressão.
Sob esse viés, é de conhecimento geral que o avanço da pandemia elevou a dificuldade na linguística e comunicação interpessoal nas crianças. Tal problemática fica evidente na novela Chiquititas a qual retrata a história de uma menina que foi para um orfanato por abanadono, ela não conseguia se comunicar com outras pessoas devido a traumas. Nesse aspecto, observa-se que as experiências enfrentadas na ficção, não se diferem da realidade brasileira, uma vez que uma família mantém o comportamento destrutivo, a criança tende a adotá-lo por conta da vivência em grupo. Nesse âmbito, com a falta de convivío interfamiliar, o pensamento desigual transmitido de geração em geração perpetua o problema no Brasil.
Infere-se, portanto, que são essenciais medidas operantes para reversão do processo de afastamento social infantil. Sendo assim, cabe ao MEC- Ministério da Educação criar um projeto de ampliação do sistema educacional, instituindo nas escolas métodos de aulas eficientes e dinâmicas, por meio de interações entre alunos e professor, com programa de fácil acesso e que possua abrangência em áreas periféricas, se possível, implementando chips de internet para quem não possui condições, desse modo, construindo uma sociedade crítica e que valoriza a saúde mental e física.