Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças
Enviada em 13/01/2022
O Estatudo da Criança e do Adolescente de 1990, afirma que é dever do Estado oferecer educação gratuíta e de qualidade para todas as crianças e garante a preferência nos serviços públicos de saúde . Entretanto, o precário serviço educacional do país e o confinamento social vivenciados pelas crianças em tempos de pandemia, impedem que essa parte da população usufruam desse direito educacional. Com efeito, evidencia-se promover soluções para resolver os problemas.
Em primeiro lugar, cabe pontuar que as instiuições possuem um sistema pouco inclusivo, ademais, o serviço público de saúde do país encontra-se debilitado. Embora a lei da Constituição Fedetal de 1988, atual Carta Magna, garanta o direito à saúde e à educação, encontramos empecilhos na saúde mental das crianças e na capacitação dos professores. Prova disso, são as crianças que vivem momentos de ansiedade, saudade dos amigos e medos constantes, bem como professores que não dominam o uso da tecnologia exigida pelas escolas. Nesse sentido, as crianças recebem uma educação precária e excludente.
Portanto, diante dos fatos, tornam-se necessárias medidas para solucionar os problemas. Tão logo, o Estado deve investir na capacitação dos professores, oferecendo cursos para a especialização do uso com autonomia nas plataformas promovendo aulas de qualidade que garantam a plena participação das crianças, bem como curso direcionado à saúde mental em parceria com os profissionais da sáude, promovendo atividades dinâmicas para amenizar os momentos de stress vivenciados por esse alunado. Só então teremos uma sociendade inclusiva, que respeita os direitos humanos.