Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças

Enviada em 25/07/2022

A Constituição federal, de 1988, garante aos brasileiros o direito à educação, à saúde e à isonomia social. No entanto, esses preceitos nunca foram por completo respeitados e a situação piorou com o novo coronavírus, que afeta mais as crianças, nas quais fazem uso do sistema educacional. Desse modo, a continuação do método de ensino remoto é primordial, todavia ele prejudica a formação escolar dos mais pobres e aumenta o abismo nas condições de acesso ao aprendizado entre as classes socioeconômicas.

Primeiro, observa-se que o novo vírus infecta mais as crianças. De acordo com alerta feito por cientistas e publicado no jornal britânico “The Independent” no final de 2020, essa nova variante é mais perigosa para a população infantil do que a anterior. Logo, é essencial que práticas de isolamento social sejam reiteradas de forma ainda mais eficaz para manter a segurança . Por isso, é inviável retomar o ensino presencial nas escolas, dessa forma acarretaria maiores perigo de contágio. Cabe, então, à administração pública adaptar mecanismo que viabilizem o progresso educacional em todas as esferas econômicas sem, contudo, colocar em risco a saúde de todos

Segundo, observa-se que essa circunstância aumenta o abismo entre ricos e pobres. Sendo as aulas à distância, os menores não dispõe de acesso à internet para assisti-las, e quase 57% do brasileiros não têm computador em casa e 25% não tem acesso a rede web conforme IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Sendo assim, os mais abastados avançam nos estudos, já os de baixa renda carecem de ferramentas para assegurar seu direito básico à educação, onde, nesse quesito, necessário é tomar medidas para reverter o quadro.

Diante disso, é viável providencias que visem alterar o trajeto. Portanto, no objetivo de garantir à saúde dos infantes, os governos devem priorizarem a imunização dos estudantes, por meio da aceleração da vacinação, a qual pode ser feita pela destinação de verbas para a compra de vacinas externas, visto que o País ainda não produz o suficiente. Com o intuito de amenizar as desigualdades entre os estudantes, as autoridades devem faciliatar o acesso a internet e de graças a esses alunos carentes, afim de nivelar a plataforma nos estudos.