Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças
Enviada em 28/08/2023
“Toda ação gera uma reação”, Terceira Lei de Newton, mensura que todo ato ou omissão dele surtirá em consequências, sejam elas boas ou ruins. Sob essa perspectiva, a quarenta oriúnda da pandemia do SARS-CoV-2, surge como um meio mais suscetível de propagação de patológias, como o aumento pessoas introspectivas, como também, a iminência de ansiedade, mas esses problemas se tornam ainda maiores nocivos em crianças. Logo, é fundamental compreender os alicerces que prorrogam essa narrativa.
Em primeira análise, nota-se que crianças necessitam de uma alta sociabilidade para desenvolver suas atividades comunicativa. Nessa ótica, durante a exclusão ocasionada covid-19, muitos pais acabaram ficando em situação de trabalho assíncrono, dedicando 8 horas diárias a telas, tal qual seus filhos que saíram de uma ambiente coletivo para um espaço singular, limitando as suas interações com outras pessoas limitando sua habillidade comunicativa, em que, segundo a Instituição de ensino, kumon, a atenção e fala são desenvolvidas justamente nesse contato, sendo mais crucial na faixa de um a sete anos. Desse modo, uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo, demonstra que três a cada 7 crianças já sofrem com altos problemas de atenção, sendo fruto direto dessas ausência de relações interpessoais.
Em segunda análise, é mister compreender o motivo pelo qual a ansiedade pode ser tão perigosa para as crianças. Segundo o Conselho Federal de Enfermagem, durante a pandemia o estresse aumentou em 25% no corpo civil nacional, principalmente nos adultos, sendo mais pontual nos genitores. Esse dado, demonstra uma influência diretamente nas relações com seus filhos, que inevitavelmente se estressam devido a sobrecarga do ambiente, expandindo diretamente a sua inquietação, não permitindo a evolução das suas capacidades cognitivas já sinalida pela kumon. Em suma