Os hábitos de consumo no Brasil

Enviada em 02/09/2018

A 2ª Revolução industrial aumentou exponencialmente a produção e o consumo, a partir do século XIX. Hodiernamente, o mau hábito de comprar coisas excessivamente no Brasil ainda persiste. A falsa sensação de felicidade, vendida pelas propagandas, potencializa o consumismo e o número de brasileiros com altíssimas dívidas.

Em primeiro plano, o comercial do Mc’Donalds, aonde todos que comem os lanches estão felizes, evidencia este método. A forma de aliciar as pessoas para adquirir um produto é muito perigosa. Quando a satisfação e a alegria são comercializados como mercadoria, o consumidor tem a falsa sensação de preenchimento. Enquanto, na verdade, está apenas sendo iludido e prejudicado.

Outrossim, para o sociólogo francês Durkheim, o fato social é dotado de generalidade, exterioridade e coercitividade. Seguindo este raciocínio é possível relacionar o fenômeno social com o mau hábito de consumo do brasileiro. Grande parcela da população é induzida, através da publicidade, para adquirir produtos que não são necessários. Assim, o consumista é frustrado pela ilusão de satisfação e, quando percebe, já está sem dinheiro para pagar suas dívidas e empréstimos.

Fica evidente, portanto, que medidas precisam ser adotadas para controlar o consumismo no Brasil. O Governo, através do poder legislativo, pode formular uma lei rigorosa para propagandas. Com o intuito de restringir a publicidade apenas para o produto, coibindo a veiculação de conteúdo publicitário relacionado com um sentimento humano. Assim, o país irá superar uma problemática advinda da 2ª Revolução industrial e o brasileiro não irá mais comprar produtos que não são necessários, apenas para ter uma falsa sensação de realização pessoal.