Os hábitos de consumo no Brasil
Enviada em 13/04/2019
“O ser humano não teria alcançado os hábitos de consumo no país se, retidas vezes, não tivesse sido impulsionado a consumir apenas para obter a aprovação do bem-estar dos indivíduos da sociedade”. Com essas palavras, Max Weber, sociólogo alemão, afirma que os hábitos de consumo dos indivíduos, mas, também, posteriormente à quebra de paradigmas, é necessária a insistência, por parte de um grupo social, na tentativa da sociedade observar, por outro ângulo, os benefícios de apresentar hábitos de consumo aliados ao planejamento de um orçamento acessível à realidade do país pelos integrantes dessa mesma sociedade.
Primeiramente, o dever de redirecionar os hábitos de consumo dos indivíduos do país ao planejamento socioeconômico acessível, de modo que impossibilite o brasileiro de realizar os hábitos de consumo com despesas supérfluas, está assegurado não só pelos Direitos Humanos, como também pela Constituição do Brasil. Além disso, os pilares de uma república são deixados de lado a partir do momento em que os brasileiros desprezam as culturais, sociais e ambientais na hora em que planejam os orçamentos dos hábitos de consumo; haja vista que, segundo a economista-chefe do SPC Brasil Marcela Kawauti, os hábitos de consumo do brasileiro envolve apenas a área econômica devido ao desprezo das áreas culturais, sociais e ambientais por parte do própria sociedade do país.
Paradoxalmente, o ser humano, que é considerado com um ser racional, está inserido em uma dicotomia: ao mesmo tempo em que está à procura de desenvolver projetos socioeconômicos para amenizar as desigualdades sociais ainda presentes no país, deixa a desejar no que se refere aos hábitos de consumo mais conscientes, os quais realizam uma integração da área econômica com as áreas culturais, sociais e ambientais, além de realizarem um hábito de consumo mais autêntico, o qual não se deixa ser impulsionado por qualquer fonte externa de fomentos para consumir; haja vista que, segundo o SPC Brasil e a CNDL(Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), os brasileiros realizam os hábitos de consumo instigados pelas promoções; principalmente, quando as crianças estão presentes dos pais.
Os hábitos de consumo, portanto, devem ser atenuados com a iniciativa do Ministério da Educação em parceria com as escolas municipais, psicólogos e especialistas em marketing de realizarem a implementação de projetos psicopedagógicos, por meio de palestras, além da propagação de folhetins, para que possa haver um trabalho de transformação na mentalidade, tanto do corpo docente e discente quanto de toda população dos municípios, em relação aos hábitos de consumo mais conscientes e autênticos, sendo que esses projetos seriam reimplementados anualmente.