Os hábitos de consumo no Brasil
Enviada em 10/04/2019
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à propriedade e bem estar social. Conquanto, os hábitos de comsumo no Brasil impossibilitam que uma parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
Em primeira análise, o filósofo Sêneca afirma que a educação exige maiores cuidados, pois influi sobre a vida toda. Nesse sentido, ocupando a nona posição na econômia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido nos conflitos sociais. Sob esse viés, é a partir da infância que deve-se educar uma criança, o que é essencial para sobreviver, no mercado publicitário o que há são brinquedos, roupas e alimentos levando os jovens ao cosumo. Cerca de 80% das crianças participam na de decisão da compra dos pais, e 20% não partcipa, levando ao consumo exagerado, pesquisa feita pelo instituto Alana. Nesse contexto, é inadimissível o descaso do Estado perante esse quadro, haja vista a precaridade do ensino público.
Faz-se mister, ainda, salientar a falta de informações como impulsionador do problema. De acordo com Zygmunt Bauman, o sociologo polonês, " A falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da modernidade líquida" vivido no século XXI. Diante de tal contexto, o Governo Estadual e Municipal permanecem invisíveis na maior parte do tempo no que tange à falta de informações no ramo da econômia.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor. Nesse sentido, urge que o Estado, por meio de envio de recursos ao Ministério de Educação, promova palestras educacionais para diminuir o consumo no Brasil.