Os hábitos de consumo no Brasil
Enviada em 15/04/2019
No filme “As patricinhas de Beverlly Hills”, a personagem principal, junto com suas amigas, faziam inúmeras vezes, compras excessivas, em momentos, que sentiam-se deprimidas. Visto que, era a maneira, como elas se tranquilizavam. Dessa forma acontece, com muitos brasileiros o ato, do consumismo sem necessidade, o que gera acúmulo de dívidas. Isto é sem dúvida, um grande problema no país, devido às consequências, na falha educacional, e em propagandas promocionais.
Os motivos interligados, aos problemas de hábitos de consumo no Brasil, é o mal ensino na educação brasileira que acaba prejudicando-os sem a, orientação de como administrar e planejar seus gastos, em primeiro lugar a didática é incompleta e as vezes inexistente, sem estar presente na grade curricular de ensino (MEC) Ministério de Educação e Cultura, ou seja, somente aplicadas por escolas privadas, no que acarretará, o aumento de consumidores sem saber lidar com sua despesas.
Além disso, o consumo é feito em maior parte, através de lojas virtuais segundo a Pricewaterhousescooper (PWP), 21% dos brasileiros, fazem compras na internet. O alto índice de endividados cresce, a cada ano. Segundo, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), e Confideração Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a população com cerca de 39%, entre as idades de 18 e 95 anos terminou, o ano de 2017 com o nome sujo no comércio, tanto, no meio virtual quanto no físico. Com as promoções enganosas e manipuladoras de marketing que “seduz” o cliente a se precipitar na compra e desestruturar os seus planejamentos. Mostrando de modo, claro a ignorância da população brasileira em relação ao gastos e a economia doméstica.
Logo, medidas são indispensáveis. Segundo Aristóteles “A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces”. Portanto, o MEC por desenvolvimento poderá viabilizar aulas, voltadas para o aprendizado, e conhecimento da economia trabalhadora (domestica), deve-se ministrar, aos alunos de ensino fundamental e médio para, que se tornem adultos responsáveis economicamente, e sem acumulo de faturas desnecessárias, assim ajudando a propor mais soluções, para os cidadãos futuros.