Os hábitos de consumo no Brasil

Enviada em 14/04/2019

Consumo em massa

A primeira revolução industrial, 1760, representou um marco na evolução da sociedade humana. Isso porque contribuiu para avanços no modo de produção e no modelo de consumo da população. Esse fato ficou mais evidente nos EUA, durante a década de 20, com a divulgação do slogan ‘American Way of Life’ em que se propagou o consumismo do estilo de vida americano como o ideal da época e que verbera até hoje, principalmente em países em subdesenvolvimento, como o Brasil.

De acordo com o estudo feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Conferência Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) cerca de três em cada dez consumidores consomem por prazer. Esse estudo permitiu correlacionar que a mudança no estilo de vida, com maior acessibilidade a créditos, formas de pagamentos e padrão de vida elevado permitiu a essa população uma maior participação no mercado e, consequentemente, a gastar meramente por necessidade. Prova disso, é o aumento no consumo dos setores juvenil e infantil influenciados pelos novos padrões de consumo divulgados pela mídia.

Em controvérsia, nos últimos dois anos, 2017 e 2018, o número de consumo sofreu uma queda brusca em torno de 56 % de acordo com jornal Folha. Essa redução está diretamente relacionada com a crise financeira que atingiu o país e decorre nos últimos cinco anos, motivada por desvios de dinheiros e crise em diversos estados. Em razão disso, a busca por novos meios de consumir tem proporcionado um aumento em sites de vendas de produtos usados e sebos de diversos setores.

Portanto, o Governo Federal juntamente com empresas midiáticas deve incentivar a compra ou doação de produtos usados por meio de campanhas que favoreçam sites e lojas de mercadorias usadas de modo a diminuir o consumo e geração de excedentes de produtos e, com isso, diminuir o consumismo exarcerbado e ensinar as gerações futuras formas educativas de consumir.