Os hábitos de consumo no Brasil

Enviada em 15/04/2019

Durante a revolução industrial, indústrias passsaram a pagar um salário fixo e, com essa renda regular, as famílias começaram a cosumir mais, haja vista possuirem uma segurança maior. Analogamente ao fato supracitado, o brasileiro gasta um valor mensal além da sua renda e não se previne com uma reserva para tempos inóspitos.

Muitas são as necessidades pessoais, entretanto, aquisições desnecessárias, insentivadas pela mídia, dão força ao consumo desenfreado. Dessa maneira, Benjamin Fraklin, considerado um dos fundadores do Estados Unidos, falou para tomar cuidado com as pequenas despesas, pois um pequeno vazamento afundará o navio. Sendo assim, a população deve se esquivar de armadilhas de marketing e de necessidades supérfluas, que podem comprometer o orçamento.

Paralelamente, o cidadão deve tangir para uma poupança perene, pois, segundo pesquisa do Serviço de Proteção de Crédito (SPC), oito em cada dez brasileiros não se preparam para a aposentadoria, corroborando para dificuldades em uma idade onde o mercado de trabalho estreita.

Ademais, a economia individual ainda possui barreiras a serem quebradas. O ministério da educação, portanto, deve inserir, na grade curricular de geografia, um reforço na area de economia, onde os professores passaram a ensinar bases para uma educação financeira, instruindo crianças, adolescentes, e projetando esse conhecimento na fase adulta, evitando, assim, o vazamento aludido por Benjamin Franklin.