Os hábitos de consumo no Brasil

Enviada em 11/07/2019

O consumo é inevitável àqueles que trabalham, entretanto, a educação financeira é inexistente. Por isso, é de ordem natural após um mês árduo de trabalho, que trabalhadores gastem seu tão suado salário, a fim de sentirem-se recompensados, mas também insatisfeitos com o acúmulo de dívidas, problema por má educação financeira.

No Brasil, o rico aproveita o seu bom salário para comprar, já o pobre aproveita as promoções, portanto, todos adquirem. Por consequência, comprar se torna um hábito prazeroso, porque foram introduzidos, na sociedade, meios de fácil acesso ao consumo, e isto é bom. Contudo, o fácil acesso tornou-se marco negativo para os brasileiros, que tem inúmeros cidadãos com nome sujo no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Por conseguinte, não é por acaso que apenas 3 em 10 brasileiros são consumidores conscientes, segundo o SPC.

Há anos, como no século XVIII, por exemplo, consumir era de completa independência, pois, para comer era necessário plantar, diferente deste século, que plantar deu lugar à uma compra no supermercado. Assim, os dias atuais são consequências da Revolução Industrial. Revolução, pois, iniciada em 1760, na Inglaterra, que foi responsável pela substituição de trabalhos humanos por máquinas, movimento que tornou mais prático comprar algo pronto do que plantar e esperar crescer para colher, por exemplo. Portanto, o consumo cresceu e ainda cresce muito.

Em virtude dos fatos mencionados, consumir no Brasil tem sido um ato irresponsável da maioria, pois são muitos os cidadãos com nome sujo no SPC. Então, a solução para este problema é investir com educação financeira na grade educacional desde o ensino fundamental, ademais com palestras sobre assuntos de educação financeira, uma palestra a cada bimestre. No início de 07/2019, o site O Globo notificou que o presidente do Ministério de Educação (MEC) pretende por estudo integral nos últimos anos de ensino fundamental, ou seja, é a oportunidade de acrescentar à grade matéria sobre financias. Então, haverá consciência ao consumir.