Os hábitos de consumo no Brasil
Enviada em 15/07/2019
De acordo com a terceira lei de sir. Isaac Newton, para toda ação existe uma reação. Aplicando tal conceito em um critério social, como o consumo, por exemplo, o resultado não é desigual. Consumir é a ação de suprir uma necessidade, ou crer que é necessário, obtendo posse de um determinado produto em troca de outro. A reação deste ato, é a falsa ilusão de felicidade que, por sinal, é momentânea. Em uma sociedade cuja a perspectiva é o enaltecimento da ostentação, isto é, comportamento de quem exibe riquezas, a situação não poderia ser mais infame. Primordialmente nas periferias, aonde gêneros musicais, como o funk, por exemplo, incentiva o consumo de produtos de luxo de forma exuberante em suas letras. Canções como: “Ostentação, fora do normal,…” fazem com que a maioria dos indivíduos, de renda mínima, consumam produtos que dificilmente podem ser pagos á vista. Em virtude de, não haver um consumo responsável, há, inquestionavelmente, um declínio de investimento na própria educação. Em conformidade com os dados apresentados pela Pearson International, o Brasil está em penúltimo lugar no ranking de qualidade na educação. Segundo Immanuel Kant, filósofo prussiano, “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”. Decerto, conclui-se que, grande parte da população brasileira, vive em estado de alienação e negligência o autodesenvolvimento. Em conclusão do contexto, certamente um dos conceitos da área de extas, aplica-se em condições sociais, o que exemplifica que não há motivos de disparidade entre áreas do conhecimento (tema recorrente na contemporaneidade). Portanto, cabe aos colégios, por meio da atuação dos professores e gestora, a orientação e o ensinamento sobre a importância do consumo de forma consciente. Outrossim, o MEC (Ministério da educação) deve fazer a implementação de uma disciplina que ensinem a estudar de maneira eficiente, otimizando o tempo. Evitando, a longo prazo, desinteresse no autodesenvolvimento.