Os hábitos de consumo no Brasil

Enviada em 15/07/2019

Consumo e Saúde Emocional

Todo mundo conhece pelo menos uma pessoa que adora fazer aquelas compras para relaxar e distrair a mente depois daquele dia turbulento de trabalho ou situações que geram algum tipo de ansiedade, mas até que ponto é saudável?

Quem costuma descontar suas frustações e anseios nas compras acaba por fazer dívidas desnecessárias: desde aproveitar aquela promoção de determinados itens até gastar o vale refeição com lanches paleativos. Dentro desse leque de coisas, existe uma somatória de gastos que nem sempre cabe no bolso do consumidor.

O gosto pelo consumo além de gerar muitos boletos traz consigo, para muitas pessoas, o vício, ao nível por exemplo, já se tem um objeto mas devido ao lançamento de outro, com uma pequena mudança de design, o cliente se dirige a loja para adquirir essa nova versão e muitas vezes nem se quer quitou a dívida do primeiro item.

Quando esse prazer se torna compulsão, a tendência de ter o nome nos órgãos de proteção ao crédito é muito maior já que, se não tem o dinheiro para pagar a vista, opta-se por cartões de crédito e emprestimos com juros absurdamente elevados. Chegando a esse ponto, aqueles anseios pode até mesmo piorar já que perde-se o controle do consumo e as faturas por vencer deixa o títular ainda mais aflito, voltamos então ao inicio do cliclo de dívidas.

É necessário perceber essa necessidade do consumo das futilidades por quadros emocionais e devemos trabalhar em cima delas para que não se torne uma situação mais grave tal como citado anteriormente. Identificado o problema, é hora de agir, montando planilhas de consumo e gastos, reeducando nosso comportamento quanto a maneiras de reagir a situações de estresse e impulsividade (Se for preciso, buscar orientação psicológica pode ser uma outra chave para cuidar desse aspecto) além de ponderar sempre a necessidade antes da aquisão do bem.