Os hábitos de consumo no Brasil
Enviada em 08/09/2019
Na sociedade francesa nos séculos XVIII e XIX, surgi a “Revolução Industrial”, que houve a substituição do trabalho artesanal pelo assalariado e com uso de maquinas. Conquanto, o consumo subiu exponencialmente, onde gerou um crescimento de endividamento das pessoas na zona rural e urbana. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
A Educação financeira é um fator principal no desenvolvimento do país. Hodiernamente, ocupando a nossa posição na economia mundial, seria possível raciocinar acreditar que o Brasil possui um sistema eficiente. Contudo, a realidade é claramente refletido no consumo que aumentou a taxa de inadimplente. De Acordo com o serviço de proteção ao crédito (SPC), divulgada em agosto de 2017, existe 59 milhões de devedor no Brasil.
Posteriormente, a sociedade civil, frequentadora compulsória do consumo descontrolado, torna-se refém de suas vontades, influenciadas e diretamente coagidas por propagandas de produtos. Ao buscar por um determinada mercadoria no mercado, o individuo, após o ato, é bombardeado por publicidade detentora de um mesmo ou similar. Esse condicionamento mental mercantilista é extremamente prejudicial aos consumidores, que acabam sendo escravos de suas ações de compra. Tais consequências são, de certa forma, resquícios que fortalecem a tese do consumismo, a qual diz que o ser torna-se aquilo que constantemente é exposto.
Portanto, é evidente que medidas são necessárias na resolução do impasse. Primeiramente, o Ministério Público deve, de forma rigorosa, fiscalizar empresas focadas em levantamento de dados do consumo, para garantir que a liberdade de escolha do cidadão não seja ofuscada pelas empresas de vendas. Já o Ministério da Educação deve implementar conteúdos de financeiros nas escolas.