Os hábitos de consumo no Brasil

Enviada em 11/10/2020

No filme “Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”, é mostrado a história de uma jovem de 25 anos que é compradora compulsiva. É mostrado cenas em que a protagonista não consegue ver uma roupa na vitrine e não compra-lá. Entretanto, esta realidade não aparece somente em filmes, ela esta presente no cotidiano de muitos brasileiros que consomem ao extremo. Fato que contribui par esta realidade é, o Marketing e a publicidade de produtos, aliado também a necessidade de se ter status.

Em primeiro lugar, tem-se o fato das propagandas e publicidades em meios comunicativos que, influenciam as pessoas a consumirem mais. Isso porque, muitas empresas criam a necessidade no indivíduo de que elas precisam comprar aquele produto, sendo que aquele produto não vai ser necessário ou útil para ela. Prova disto é, as propagandas de venda de celulares que incentivam à população a comprar, sendo que muita das vezes, as pessoas já possuem um celular de boa qualidade.

Além disso, vê-se que o indivíduo busca ter objetos e produtos, visando ter um status social para mostrar ás pessoas. Isso porque, as pessoas acreditam que ter objetos e produtos de valor, possibilitam que elas tenham aceitação e estejam no meio dos mais ricos. Exemplo disto é, a personagem Cayetana da serie Elite, que usava roupa de marca da sua patroa, para mostrar para seus colegas de classe que era rica.

Portanto, torna-se evidente que, a influência de publicidades para as pessoas consumirem, como também a necessidade de ter um status social é um problema. Assim, faz-se necessário que, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR) vigie as propagandas publicitárias, através da fiscalização das publicidades das empresas, de forma a evitar que as empresas lucrem por persuadirem as pessoas. Somado a isto, o Governo pode mostrar para as pessoas a importância da do indivíduo ser ele mesmo, através de propagandas nos meios comunicativos, de maneira a exibir para os indivíduos que não vale ter status social para passar a imagem de alguém que a pessoa não é.