Os hábitos de consumo no Brasil

Enviada em 28/05/2021

Logo depois da Guerra Fria, com o crescimento do capitalismo, o consumo se fortificou, bem como seus efeitos. Diante disso, o contato entre diferentes povos ampliou o conceito de identidade nacional. Nesse sentido, o consumismo e o crescimento da obsolescência programada reflete pontos negativos na sociedade.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas do comércio para combater o consumismo. Assim, esse problema vem aparecendo na sociedade, e gerando alguns problemas, por exemplo, a compra excessiva e desnecessária de produtos. Segundo o escritor José Saramago “Ninguem nos pergunta o que é que pensamos, agora perguntam qual a marca do carro, de fato, de gravata que temos, quanto ganhamos…“. A evolução do capitalismo, fez com que isso infelizmente se concretiza-se, e fosse evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar a obsolescência programada como impulsionador do consumismo no Brasil. Segundo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor e  a “Market Analysis”, cerca de 47% trocou de aparelho porque o novo é mais moderno e tem mais funções. Diante de tal exposto, é notável que limitação da vida útil é bem explicita, que as empresas influenciam o consumidor à comprar o produto. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a seguir.

Portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o IDEC, por meio de palestras ensine a como consumir corretamente, nessas palestras serão ensinados de forma detalhada como ministrar de forma correta, para o consumidor não fazer escolhas erradas, afim de solucionar o consumismo e a obsolescência programada. Assim, se consolidará uma sociedade mais consciente, onde acontecerá o oposto do que José Saramago afirma.