Os hábitos de consumo no Brasil

Enviada em 04/06/2021

No filme “As patricinhas de Beverly Hills” retrata como as ações consumistas tem origens sociais, emocionais e financeiras na qual levam a protagonista a gastar mais do que deveria. Essa realidade é existente também fora das telas, onde os hábitos de consumo tem deixado muitas pessoas endividadas e com saldo bancário “vermelho”. Nesta última década, com o crescimento da economia, as oportunidades de trabalho e o direito à salário mínimo permitiu que as pessoas tivessem liberdade financeira, assim, consumir de acordo com suas necessidades e prazeres. Entretanto, quando é comprado sem planejamento financeiro ( exageradamente, muitas vezes e inconsciente), ao fazer compras de alimentos, aparelhos tecnológicos e vestimentas, acaba-se tendo dificuldade para pagar, e em seguida recorrer à empréstimos bancários, o que dificulta mais o processo de acabar a divida, devido ao juros compostos que aumentam dependendo da demora do pagamento. Além disso, é importante destacar que a tecnologia é uma das principais aliadas do marketing, e as redes sociais podem promover produtos e aumentar a consciência do consumidor por meio delas. Assim, de acordo com pesquisa do especialista em varejo e consumidor Ricardo Neves, em 2018, o número de compras feitas pela internet tem crescido cada vez mais, atingindo um percentual de 65%. Por isso, com o auxílio do Ministério da Economia, devem ser realizadas palestras nas escolas para que os alunos de 13 a 17 anos aprendam a necessidade de planejar as finanças familiares e saibam da importância do controle das finanças familiares quando atingirem a idade adulta. E, além disso, promover o conhecimento sobre a economia nacional brasileira. Também é importante que o governo federal crie um meio de divulgação sobre os hábitos de consumo da população na Internet, pois a Internet é o maior meio de comunicação hoje, por isso, promoverá a visibilidade das propagandas para evitar o consumo excessivo. Como resultado, os problemas financeiros diminuirão gradualmente e as pessoas terão mais consciência e maior planejamento para seu próprio dinheiro.