Os hábitos de consumo no Brasil
Enviada em 06/04/2018
Com as revoluções industriais, práticas consumistas se tornaram mais fáceis e rápidas, gerando um consumo excessivo na sociedade contemporânea, por isso, esse cenário se tornou uma barbárie. Nesse contexto, há dois fatores que não podem ser negligenciados, como os efeitos da compra por impulso e a facilidade na aquisição de algo, o que acentua esse episódio problemático.
Em primeira análise, cabe pontuar que segundo estudos da SPC, 3 em cada 10 pessoas consideram comprar um lazer. Segundo o elencado, é perceptível que vivemos em uma sociedade de consumo que preza cada vez mais por um status social melhor, não se preocupa com os impactos ambientais contraproducentes gerados pelas indústrias e começa a adquirir produtos e serviços compulsivamente.
Ademais, convém frisar que a criação de cartões de créditos, cheques e boletos, foram formas cruciais de intensificar e reforçar, além de facilitar as compras e permitir os endividamentos da população brasileira. Outrossim, as ações e propagandas midiáticas reforçam a vontade das pessoas de gastar e se manter “na moda”, intensificando diferenças de classe. Comprova-se isso por meio da frase de George Orwell “A massa mantém a marca, a marca mantém a mídia e a mídia controla a massa.”
Com efeito, são necessárias medidas para atenuar os revés supracitados. É imprescindível que a escola junto à família, invistam tempo e subsídios destinados a formação de uma educação financeira desde cedo para crianças, as escolas contando com a presença de economistas palestrantes e a família não apoiando a compra de coisas supérfluas para seus filhos. Essa medida urge a formação de caráter consumidor e uma geração consciente.