Os hábitos de consumo no Brasil

Enviada em 07/04/2018

Após a Revolução Técnico-Científica e a globalização acentuada, houve uma intensa produção de bens de consumo e, consequentemente, sua massificação. No Brasil, isso é um hábito rotineiro e prejudicial para inúmeras pessoas. Logo, questões como ideia de lazer por meio de compras e status social fazem-se relevantes para tal problemática.

Na sociedade brasileira de consumo em massa o ato de comprar é visto, muitas vezes, como diversão. De acordo com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), somente 3 em cada 10 consumidores compram quando há necessidade. Dessa maneira, vários indivíduos adquirem produtos inconscientemente, apenas  para “aliviar o estresse” do dia a dia e permanecem acumulando coisas desnecessárias para aquele momento.

Outrossim, o status social apreciado por uma grande maioria é conquistada, comumente, através de bens materiais.  O papel influenciador da mídia, em especial as redes sociais demonstram uma felicidade pessoal alcançada devido à compra de determinada roupa, sapato. Contudo, é uma alegria passageira que dura até surgir um novo produto e o ciclo recomeçar. Assim, as classes com baixo poder aquisitivo acumulam dívidas, os cidadãos ficam frustrados e, inclusive, diversos contraem doenças psicológicas, a exemplo da Depressão.

Medidas são, portanto, imprescindíveis para atenuar a prática consumista no país. O Ministério da Cultura em parceria com a TV aberta, devem criar propagandas que fomentem novos modos de entretenimento para a população, com isso deixando ultrapassado o hábito de comprar por diversão. Além disso, os proprietários das redes sociais precisam diminuir as campanhas publicitárias,principalmente,  no Facebook e Instagram, com o intuito  dos indivíduos desmistificarem essa ideia de felicidade e popularidade irreal   atribuída a ter o carro do ano ou não.