Os hábitos de consumo no Brasil
Enviada em 08/04/2018
O consumismo no Brasil vem aumentando. Com isso, podemos destacar uma das influências para que esse consumo desenfreado ocorra, a propaganda televisiva. Nesse sentido, percebe-se que deve haver uma revisão mediante às propagandas partilhadas ao público, bem como a diminuição da desigualdade social, são medidas que se impõem.
Em primeiro plano, vale ressaltar a alta quantidade de propagandas exibidas ao longo de um dia. Segundo estatísticas, a persuasão exercida sobre a sociedade no que diz respeito às publicidades é alto, e isso se confirma pela pesquisa realizada pelo Instituto Alana, em que 73% das compras são influenciadas por anúncios em televisão. Torna-se claro, nesse sentido, que a revisão da quantidade de comerciais apresentados à massa populacional deve se ratificar.
Outrossim, podemos analisar a alta diferença de classes e os preços dos produtos disponibilizados à população. De fato, um dos fatores contribuintes para o aumento da desigualdade social é o valor das mercadorias no país, elevando assim, a taxa de pessoas que comprar por impulso ou para reduzir o estresse do dia-a-dia, de acordo com Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC. Com isso, a busca pela redução da desigualdade social em relação aos valores impostos aos itens deve se confirmar.
Fica evidente, portanto, que a revisão da quantidade de propagandas exibidas por dia e a redução das compras causadas pela emoção devem se corroborar. Nesse sentido, faz-se necessário por parte do Poder Legislativo, criar uma lei que limite a quantidade de propagandas diárias apresentadas pelas emissoras de televisão à sociedade, para que o consumismo exagerado venha diminuir. Além disso, o Ministério da Educação deve ministrar palestras com ajuda de professores, donos de empresas e pessoas endividadas por conta do consumismo, em escolas públicas e privadas, com a finalidade de alertar a massa populacional no que diz respeito às consequências do consumismo inconsciente. Deste modo, caminharemos paulatinamente para o aumento das chamadas compras conscientes.