Os impactos da desigualdade na distribuição das vacinas contra a Covid-19

Enviada em 19/09/2022

A Covid-19 que chegou ao Brasil no ano de 2020, proporcionou uma grande tranformação na econômia, como consequência as vacinas foram distribuídas desproporcionalmente pelo mundo. Atualmente, vivendo ainda esse momento, tal desigualdade até agora se matém, pois percebe-se os impactos da desigualdade na divisão de vacinas contra a Covid-19, assunto que merece atenção, seja pela recuperação na econômica, seja pelo saúde de todos.

Primeiramente, colocando-se em pauta a Lei da Física, criada por Newton, em que toda ação gera, consequentemente, uma reação, nota-se que a Covid-19 teve como resultado a quebra na econônia, gerando ainda mais dificuldade na distribruição de vacinas. Tal fato se dá pois cidades com baixa rentabilidade foram as que mas sofreram com a pandamia, uma vez que não havia muitos recursos, o que dificultou no processo de vacinação. Assim, urge que ações sejam criadas para ajudar essa população.

Ademais, levando-se em consideração a Pirâmide das necessidades humanas proposta por Maslow, em que a segurança da saúde tem posição de destaque para o bem-estar do indivíduo, observa-se que isso não vem acontecendo para os grupos de pessoas que ainda não foram vacinados. Isso ocorre porque eles ainda estão vulneráveis ao vírus, fato que os deixam sem anticorpos e com a saúde em risco. Logo, é preciso agir para mudar essa situação.

Portanto, haja vista a problemática dos impactos na distribuição de vacinas contra Covid-19, é preciso que o Governo, em parceiria com o Ministério da Saúde, promova campanhas de vacinação contra o Covid, principalmente em lugares carentes que ainda não foram recebidos a vacina, por meio da ajuda financeira do Governo, com a participação de profissionais da saúde, de forma que esse problema seja sanado.