Os impactos da desigualdade na distribuição das vacinas contra a Covid-19

Enviada em 21/09/2022

A compra de vacinas contra o vírus da covid-19 afetou toda população em especi-al as classes minoritárias. O Ministério da Saúde é órgão responsável pela elabora-ção de políticas públicas voltadas para assistência aos brasileiros. Desse modo, é notório sua importância na sociedade, porém, seu funcionamento não é pleno, uma vez que há desigualdades no acesso à vacinas, seja pela má distribuição, seja pela irregularidade do poder de compra.

Diante desse cenário, é válido ressaltar que a má distribuição prejudica o desen-volvimento social. Análogo a isso, surgiu em 1990 a fundação Osvaldo Cruz que empenha-se em saúde aliada ao desenvolvimento da população. Nesse contexto, é fundamental salientar que a distribuição mais rápida deveria ser para grupos de risco, como diabetes. Esses com problemas de saúde por serem menos resistentes ao vírus na sociedade deveriam receber primeiro a dose da vacina, para que não aumente o número de mortes. Assim, além de vaciná-los irão cumprir o que foi proposto por Osvaldo Cruz, uma vez que a saúde da maioria é fundamental para o desenvolvimento do país. Entretanto, vacinar os não saudáveis primeiro é uma má distribuição da vacinação.

Além disso, com o baixo poder de compra de alguns países surge mais enfermi-dados e consequente atraso da economia. Para o site Saúde mais “A vacina é o principal defensor do fim do coronavírus, ou seja, sendo o principal imunizante para diminuir os riscos da pandemia e atuar no seu fim. Desse modo, sem sua dis-tribuição os números de doentes são crescentes, junto a isso surge a necessidade de isolamento social, como fechamento de comércios, que mais tarde resulta em prejuízo econômico. Sendo a circulação de pessoas e de dinheiro o principal ator da economia, os países que receberam mais rapidamente a vacina desenvolveram-se melhor, evidenciando a necessidade de distribuição igualitária.

Portanto, é primordial que a circulação da vacina seja homogênea, para que nenhum país sofra suas consequências. Portanto, cabe ao Ministério da Saúde distribuir da maneira mais eficaz as vacinas na sociedade, começando pelos grupos menos saudáveis e favorecidos, com o objetivo de garantir acessibilidade e desmistificar os prejuízos econômicos