Os impactos da desigualdade na distribuição das vacinas contra a Covid-19
Enviada em 22/09/2022
As vacinas salvam a vida das pessoas há muito tempo, porém sua distribuição para a população é quase sempre precária e desigual. Uma vez que sua disponibilidade depende muito de seu preço na economia atual e no quanto o governo investe na compra desses produtos.
Sendo considerado o enorme estrago que o vírus da COVID-19 causou no mundo, ao desenvolverem a vacina, a prioridade de todos os países deveria ser a mesma, proteger seu povo. O Brasil por exemplo chegou a 4° posição entre os países que mais distribuíram vacinas para sua população, chegando a marca de 47,4 milhões de brasileiros totalmente vacinados contra o vírus.
Entretanto, apesar dos grandes números, eles escondem o fato de que sua distribuição para a população não é equilibrada, onde em áreas mais pobres a disponibilidade de locais que forneciam essa vacinação era muito menor. Por consequência, o vírus nesses lugares não é controlado, ocasionando a evolução da doença para versões mais perigosas e letais.
Portanto, é fundamental a repartição em massa da vacina contra o vírus COVID-19, através do investimento do Ministério da Saúde criando mais postos de saúde em áreas mais pobres, além de reabastecer os postos já existentes. Além do governo criar campanhas de vacina, alavancadas pelas mídias, com o intuito de atrair a população para se vacinar. Com isso a contenção do vírus torna-se mais eficaz e a saúde da população será mantida.