Os impactos da desigualdade na distribuição das vacinas contra a Covid-19
Enviada em 27/09/2022
De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), os países que mais sofreram com a desigualdade na distribuições das vacinas contra a Covid-19 foram os países de baixa renda. No cenário atual, 6,4 bilhões de doses de vacina transcorreram globalmente, afirma Tedros Adhanom, mas infelizmente, países como a África obtiveram menos de 5% da população vacinada. Isso ocorre devido à ideais arcaicos que disseminam a desvalorização dos lugares mais pobres, e também a má administração dos países produtores de vacinas.
Em primeira análise, é perceptível como desde a colonização alguns países são alvos somente de exploração, por exemplo, no período do neocolonialismo a África e a Ásia foram fontes de terríveis explorações sem que se importassem com a população que ali viviam. Contudo, trazendo essa idéia pros dias atuais, como já dizia a virologista Clarissa Damasco: ¨Não damos atenção aos indícios que vêm dos países menos desenvolvidos¨, é certo que, na Pandemia enfrentada desde fevereiro de 2020, esses países sofreriam com uma desigualdade quando surgissem novos meios de prevenções.
Em segunda análise, é notável uma falha dos países produtores de vacinas que deveriam ter administrado melhor a distribuição das doses. Diante esse atraso, haverá conflitos socioeconômicos principalmente em áreas que já não possuíam um grande avanço em seu IDH, e consecutivamente um aumento no números de mortes.
Portanto, cabe ao Ministério de Saúde desenvolver uma nova campanha de vacinação dando atenção às nações mais necessitadas, através de mais redes de apoio e mais datas disponíveis para a vacinação, a fim de um número maior de pessoas vacinadas nesses lugares. Também é cabível que novos programas sejam lançados, tais como: anúncios, propagandas e até mesmo aulas nos colégios, para que seja alastrado a importância dos outros países menos citados para o mundo e o quanto eles precisam de mais afabilidade atualmente.