Os impactos da desigualdade na distribuição das vacinas contra a Covid-19
Enviada em 24/09/2022
O filósofo medieval Tomás de Aquino defendeu que “todos os indivíduos devem ser tratados com a mesma importância”. No entanto, no que concerne a distribuição de vacinas para a covid 19, a visão do autor é contrariada. Nesse cenário, países de baixa renda são mais desfavorecidos nessa distribuição de vacinas, o que fomenta a desigualdade entre nações, populações e indivíduos. Dessa forma, são acarretado duas consequências: dificuldade de findar a pandemia e uma maior mortalidade em países menos desenvolvidos.
Convém ressaltar, a princípio, que um dos pactos dessa desigualdade da distribuição da vacina da covid 19 é a dificuldade de enfrentamento da pandemia. Assim, segundo Martin Luther King “A injustiça num lugar qualquer é uma ameaça à justiça em todo o lugar.” Essa desigualdade não é só injusta localizada como, também, ela traz impactos mundiais. Se há um lugar enfrentando problemas para combater a covid 19, é dever do mundo atentar-se para essa localidade, pois se um país sofre a população mundial corre risco.
Outrossim, não deve ser ofuscado o fato de quanto menos vacina um país receber maiores são as consequências desastrosas enfrentada por ele. Sendo assim, quanto menos pessoas vacinadas em um país, maior a possibilidade daquele lugar enfrentar altos índices de mortalidade em decorrência da covid 19.
Portanto, é necessário que órgãos mundias como a Organização das Nações Unidas (ONU), especificamente a organização mundial da saúde (OMS) tomem posições mais efetivas em lidar com a desigualdade nas distribuição das vacinas contras a covid 19, para amenizar os impactos desse cenário. Logo, isso pode ser feito através de conferências internacionais, promover acordos entre as nações e tratados com países desenvolvidos de forma que esses se comprometam na redução da desigualdade das destruição de vacinas e, também, a apoiarem financeiramente países mais pobres. Dessa maneira, a distribuição de vacinas será mais justa! Evitando a injustiça num lugar, evitará a injustiça em toda a parte da terra. Por fim, o que é preciso é mais empatia, para que tudo isso se torne possível é necessário líderes mundiais mais empáticos, comprometidos com o bem estar de todos e não somente da sua própria nação.