Os impactos da desigualdade na distribuição das vacinas contra a Covid-19

Enviada em 25/09/2022

Em uma entrevista coletiva, a Organização Mundial da Saúde destacou a desigualdade “terrível” na distribuição de vacinas contra o SARS-CoV-2 pelo mundo. Em consenso com os dados, é certo que essa adversidade é uma forte preocupação atual, já que essa falta de igualdade causa o aumento no número de mortes e, também, uma maior dificuldade na luta contra o vírus.

Em princípio, Rochelle Walensky, diretora dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, apresentou dados que confirmaram que pessoas não vacinadas têm 97 vezes mais chances de morrer pelo Covid-19.Dessa forma, é inquestionável que o medo e o tormento continuarão se espalhando na vida dos cidadãos enquanto esse desequilíbrio não for desfeito, pois quanto menos pessoas receberem a chance de se prevenirem contra essa doença, maiores serão os números de óbitos em todo o mundo. Então, a distribuição defeituosa desse método de prevenção trará grandes danos aos sujeitos e suas famílias.

Além disso, uma pesquisa do Jornal de Medicina da Nova Inglaterra afirmou que os vacinados tem 50% menos chances de contaminarem outros ao seu redor. Des-se modo, é indubitável que para diminuir os casos dessa enfermidade, é indispensável que seja feito o máximo para que ela não continue se espalhando no planeta, então, a falta de acessibilidade à essa profilaxia em algumas partes do globo é, de fato, mais um obstáculo no combate à essa patologia.Assim sendo, eliminar o contraste na divisão da vacinação é essencial.

Portanto, é correto que a dissemelhança na repartição de vacinas causa mais mortes e atrapalha o embate ao coronavírus. Logo, é necessário que a Organização Mundial da Saúde, responsável pela criação e implementação de programas de controle e erradicação de doenças e a formação de normas sanitárias mundiais, estabeleça quantidades fundamentais para distribuição do método profilático para todos os países, por meio da criação de normas, com o objetivo de sanar às neces-sidades da população mundial e intensificar a diminuição dos contágios. Dessa ma-

neira, é evidente que a pandemia que começou em 2020 chegará ao fim do jeito mais eficiente possível.