Os impactos da desigualdade na distribuição das vacinas contra a Covid-19

Enviada em 28/09/2022

Desde os primórdios da civilização os recursos são destribuídos de maneira desigual, situação essa que motiva guerras e competições, a busca por meios materiais acompanha a História da humanidade. Como pôde ser visto, desde 2019, os cientistas do mundo inteiro estavam em busca de uma vacina para a Covid, que já é uma realidade, mas infelizmente os países pobres estão a margem da vacinação, impactando grandemente suas economias deficitárias, carecendo de medidas globais para amenizar o problema.

Em primeiro lugar, países subdesenvolvidos já possuem muitos problemas econômicos e sociais, IDH( Índice de Desenvolvimento Econômico) baixo e sistemas de saúde extremamente deficientes. No entanto, em um cenário como esse qualquer problema, mesmo que seja pequeno, é magnificado, escalando muito rápido. Contudo, os laboratórios não estão priorizando essas nações e sim aquelas que possuem meios de administrar bem essa crise.

Somado a isso, a ONU (Organização das Nações Unidas) que tem por função a cooperação internacional para a resolução de problemas mundiais e a OMS (Organização Mndial da Saúde) não têm agido de forma eficaz, dando auxílio e equalizando de alguma forma a situação dos países pobres na pandemia. Logo, essas nações estão abandonadas à própia sorte e tendo consequências graves, como aumento da pobreza e da fome.

Portanto, com vistas a melhorar a distribuição de vacinas globalmente, a ONU e a OMS devem lançar diretrizes para que os laboratórios separem uma parte das vacinas para os países pobres e que essa parte seja subsidiada pelos países ricos. Assim, a distribuição de vacinas passarão a ser mais justas e os impactos da pandemia nos países pobres serão amenizados.