Os impactos da desigualdade na distribuição das vacinas contra a Covid-19
Enviada em 05/10/2022
Em 2019 o planeta começou a enfrentar o maior problema do século XX: a COVID-19. Neste cenário, morte, inflação, desempregado e depressão estavam presente na vida das pessoas. O despreparo mundial para lidar com o assunto foi uma afluente da grande desigualdade na distribuição das vacinas, ficando nítido a necropolitica mundial, junto com a não solução do problema.
Na história, é possível exergar que o nacionalismo e a aristocracia sempre estive- ram presente nas sociedades, como na Alemanha nazista e na Italia fascista. Tra- zendo para a atualidade, nota-se que este pensamento soberbo ainda se encontra nas nações, onde, segundo dados da OMS, países ricos estocam vacinas, aplicando terceira dose em grupos não prioritários, enquanto nos países mais pobres ainda não chegou a primeira dose em metade da população, ficando nitido a necropoli- tica mundial.
Numa segunda análise, é possível perceber que a desigualdade na distribuição das vacinas apenas adiou o problema. Desde a crise de 1929, onde um banco dos Estados Unidos quebrou, gerando um efeito dominó no mundo, ficou evidente que com a globalização, todas nações estão conectadas. Com isso, a escassez de vaci- nas em países pobres acaba prolongando o cenário atual, pois como o vírus da COVID-19 é gerado pela duplicação da fita de RNA, gera muitas variantes novas, ocasionando a não solução de problema.
Tendo em vista o que foi exposto, é preciso vacinar, com urgência, toda a popula- ção mundial. Através de campanhas de doação de vacinas, de países mais ricos aos mais pobres, promovidas pela OMS junto com a ONU, por meio da realização de medidas busquem uma equidade na vacina, visando dar um fim ao problema mundial.