Os impactos da desigualdade na distribuição das vacinas contra a Covid-19
Enviada em 04/10/2022
Em 1948, a Declaração Mundial dos Direitos Humanos acordado com a Organização das Nações Unidas, destacava entre os tópicos fundamentais, o direito à vida e à saúde. Todavia, dados vindo da própria ONU, tem mostrado a desigualdade em relação a distribuição de vacinas da COVID-19, de modo que o mundo está diante de uma possível falha moral e catastrófica.
Em síntese, países mais ricos como Estados Unidos e Japão, por ter maior poder aquisitivo,tem reservado parte grande das vacinas produzidas ,o que torna menos acessível aos países mais pobres, causando um risco maior junto a população consideravelmente esquecida.
Diante disso,vemos que uma boa solução para isso é que os laboratórios que produzem a vacina adotem medidas que possam melhorar a distribuição entre os países, assim evitando o desatre na saúde.Em adição a isso, também os governantes dos países podem adotar medidas para que o cidadão evite situações como de aglomerações, além disso o próprio Estado pode adotar distribuição de máscaras nos locais públicos, já que é praticamente impossível conter a população em um todo.
Apesar de todas as medidas que podem ser tomadas, tanto pela população, Estado ou distribuidoras da vacina da COVID-19, não podemos esquecer que, apesar de que a população dentro das medidas tomadas para acabar com a desigualdade de distribuição das vacinas novas ondas da COVID-19 podem acontecer. Sendo assim vemos a extrema urgência em nos voltar a solucionar o problema em questão, unidos em um propósito de sermos todos dignos da vida e da saúde.