Os impactos da desigualdade na distribuição das vacinas contra a Covid-19
Enviada em 04/10/2022
A compra de vacinas contra o vírus do covid-19 afetou toda população, em espe-cial as classes minoritárias. O Ministério da Sáude é o orgão responsável pela ela-boração de políticas públicas voltadas para assistência aos brasileiros. Desse modo, é notório sua importância na sociedade, porém, seu funcionamento não é pleno, uma vez que há desigualdades no acesso a vacinas, seja pela má distribuição, seja pela irregularidade do poder de compra.
Diante desse cenário, é válido ressaltar que a má distribuição prejudica o desen-volvimento social. Análogo a isso surgiu em 1990 a fundação Oswaldo Cruz, que empenha-se em sáude aliada ao desenvolvimento da população. Nesse contexto, é fundamental salientar que a distribuição mais rápida deveria ser para grupos de risco, como diabéticos. Esses com problemas de saúde, por serem menos resisten-tes ao vírus na sociedade, deveriam receber primeiro a dose da vacina, para que não aumente o número de mortes. Assim, além de vaciná-los irão cumprir o que foi proposto por Oswald cruz.
Além disso, com o baixo poder de compra de alguns países surge mais enfermi-dades e consequentemente atraso da economia. Para o site Sáude Mais “A vacina é o principal defensor do fim do coronavírus” , ou seja, sendo o princiapl imunizante para diminuir os riscos da pandemia e atuar no seu fim. Desse modo, sem sua distribuição, os números de doentes são crescentes, junto a isso surge a necessida-de de isolamento social, como fechamento de comércios, que mais tarde resulta em prejuízo econômico. Um aspecto positivo para economia é a circulação de pessoas e dinheiro, assim, os países que receberam mais rapidamente as vacinas desenvolveram-se melhor, evidenciando a necessidade de distribuição igualitária.
Portanto, é primordial que a circulação de vacinas seja homogênea para que nenhum país sofras suas consequências. Cabe ao Ministério da Sáude distribuir primeiramentes as vacinas para os grupos menos saúdaveis, como os diabéticos e hipertensos, com o objetivo de desenvolver saúde aos mais urgentes. Ademais, cabe ao Estado acessibilizar vacinas a todas classes sociais, como nos postos de saúde, que são próximos da população, com o fito de que a imunização possa atingir todas as classes sociais e consequentemente acabar com os prejuízos econômicos