Os impactos da desigualdade na distribuição das vacinas contra a Covid-19
Enviada em 08/02/2023
Entre os fatores para este cenário , voltou a destacar a desigualdade na distribuição de vacinas,estão o atraso na implementação do Plano Nacional de Imunização, demora para aquisição de vacinas contra a covid-19 e adoção de uma política negacionista de combate ao vírus rechaçando medidas de controle social e estimulando o uso de medicamentos sem eficácia comprovada contra o covid.
A vacinação é a forma mais eficaz de frear a contaminação e o surgimentos de novas variantes, mais no Brasil, diferente de outros países, em que a vacina já chegou a muito tempo. Muitas pessoas aqui no nosso País não querem se vacinar, por causa de mitos inventados e por não quererem se prevenir. Mesmo com todas essas ressalvas, se hoje a nossa situação é consideravelmente melhor, isso se deve de maneira preponderante à boa cobertura vacinal registrada no Brasil, já que a imunização da população tem demonstrado ser um elemento essencial para o combate à pandemia. Tínhamos no início de março um índice de pessoas totalmente vacinadas na casa dos 75%, similar e até mesmo superior ao de alguns países de alta renda No Brasil, 80,1% da população estava totalmente vacinada no final de julho de 2022, sendo o quarto país do mundo com o maior número de doses aplicadas – 465 milhões –, atrás apenas de China, Índia e Estados Unidos.
Como vimos, iniciativa conjunta do PNUD, da OMS e da Escola de Governo Blavatnik da Universidade de Oxford, que combina as informações mais recentes sobre a vacinação anti-COVID-19 com os dados socioeconômicos mais recentes para demonstrar por que acelerar a equidade da vacinação não é apenas crítico para salvar vidas, mas também para conduzir a uma recuperação mais rápida e justa da pandemia, com benefícios para todos.