Os impactos da desigualdade na distribuição das vacinas contra a Covid-19

Enviada em 17/03/2023

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6º, o direito à saúde.Contudo, tal prerrogativa não têm se reverberado com ênfase na prática, haja vista a situação do Brasil, no que diz respeito a enorme desigualdade na distribuição de vacinas contra a Covid-19.Logo, deve-se destacar a má gestão governamental e a falta de conscientização da população como principais propulsores do problema.

Mormente, vale ressaltar o grande papel do Estado, no que diz respeito à gestão e distribuição de vacinas.Diante disso, vale-se do pensamento de Aristóteles, filósofo grego, ao dizer que a política deve ser articulada pelos homens a fim de alcançar o equilíbrio social.Sendo assim, é inegável que as políticas públicas não estão sendo eficientes na distribuição das vacinas, o que gera uma grande desigualdade na imunização e pode acarretar em consequências gravíssimas no longo prazo.

Insta pontuar, o papel dos cidadãos acerca da própria vacinação.Nesse sentido, vale mencionar os diversos fatores que implicam nisso, como os enormes preconceitos e superstições que várias pessoas detém a respeito da imunização, que podem partir de afirmações infundadas de influenciadores ou da própria ignorância sobre o tema.Destarte, esses fatores contribuem significamente na rejeição das doses contra a Covid-19, o que em larga escala se torna um grande problema.

Infere-se portanto, que a desigualdade na distribuição de vacinas deve ser combatida urgentemente.Dessa forma, é imprescindível que o governo invista mais em medidas públicas a respeito da distribuição de doses da Covid-19, como aumentar os fornecimentos das doses em locais com baixas taxas de vacinação e fazer parcerias com programas midiáticos que façam campanhas para a conscientização da nação, referente a importância da imunização no cenário atual.Por conseguinte, o que foi previsto no artigo 6º será praticado em excelência.