Os impactos da desigualdade na distribuição das vacinas contra a Covid-19
Enviada em 06/07/2023
Em virtude da atualidade e relevância da questão, tornam-se a cada dia mais
comuns as discussões acerca dos impactos da desigualdade na distribuição das
vacinas. Nessa perspectiva, nota-se, em um primeiro momento, que a pandemia
foi algo que impactou negativamente todo o mundo, visto que, por ser uma doença infecciosa, possibilitou um distanciamento social que consequentemente abriu espaço para novas doenças: as emocionais. Bem como possibilitou uma maior crise econômia por parte dos países subdesenvolvidos.
Inicialmente, apesar de já existirem doenças anteriores que tomaram uma grande proporção pelo mundo (um exemplo da gripe espanhola), não há que falar
do covid-19 que, além do risco de vida, impossibilitou muitas pessoas de eventualmente sairem dos seus lares e passarem a usar mascarás e álcool em gel para higienizar as mãos, ou seja, terem um novo estilo de vida nunca antes visto. Isso se dá não só devido a não descoberta de uma cura em um primeiro momento, mas também de, embora já ter sido descoberta, não ter sido distribuída de maneira proporcional assim como boa parte dos países desenvolvidos. Com isso, tanto doenças emocionais quanto mortes poderiam ter sido reduzidas se a vacina estivesse sido administrada logo na primeira onda da doença.
Outra questão importante que vem como consequência da não vacinação necessária a uma população subdesenvolvida, proporcionando um maior número de desemprego e de criminalidade, visto que o desemprego gera uma necessidade de renda que, sem a qual, leva-se ao incentivo a possíveis delitos. Diante disso, essa diversidade está intimamente ligada com a falta de imunizantes.
Assim, com as possíveis restrições sociais e uma maior queda econômica de países subdesenvolvidos, essa desigualdade poderia ter sido evitada, o que consequentemente resultaria em um resultado mais positivo diante da tamanha tragédia.