Os impactos da desigualdade na distribuição das vacinas contra a Covid-19
Enviada em 14/08/2023
A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 garante a todos o direito ao acesso ao um padrão de vida de bem-estar seja ele por meios diversos - como saúde e cuidados médicos. No entanto, tal garantia é deturpada, visto que a desigualdade da distribuição das vacinas contra a Covid-19 ainda é um problema. Diante dessa situação, é preciso discutir seus motivadores como a crescente precarização dos paises de renda média e a falta da distribuição equitativa.
Em primeira análise, é preciso frisar que o poder economico colabora com esse cenário. De acordo com o site UNDP das Nações Unidas, a desigualdade na distribuição da vacina acarretará problemas duradouros tanto na ecônomia das nações afetadas, como no seu quadro de saúde acarretando altas em outras doenças como HPV, sarampo e pneumonia. Sendo assim, a falta de assistência tanto econômica quanto de produção vai continuar se solidificando como uma pedra no caminho da recuperação. Assim, maiores investimentos e solidariedade são vitais para que esses estados consigam se manter e resistir.
Ademais, a partilha dos imunizantes é um fator igualmente para permanência da situação. Segundo a matéria do site Rede Brasil Atual, a dificuldade de distribuição da vacina adia cada vez mais o fim da pandemia no mundo inteiro. Desse modo, enquanto houver nações vacinando a terceira dose em grupos não prioritários e os que não conseguem finalizar a vacinação da 2 dose esse quadro continuará. Então, fica evidente que esse meio precisa de mudanças agora se quisermos parar de pospor o fim da epidemia.
Portanto, medidas são necessárias para alterar o quadro atual. Cabe as Nações Únidas e seus membros, dar início a investimentos, por meio da distribuição equitativa das vacinas contra o vírus. Tal ação tem como finalidade amenizar o quadro de casos dos países de baixa renda e como consequência auxiliar os seus serviços médicos. Somente assim, não somente os mais afetados, mas todos os membros irão se beneficiar do fim desse risco que os afeta igualmente e a garantia do artigo 25º das Nações Unidas será efetivado.