Os impactos da desigualdade na distribuição de alimentos e a busca por soluções sustentáveis
Enviada em 24/08/2025
Conforme destacado no documentário da Netflix, Conspiração Consumista, hoje a população compra mais do que consome seus produtos, gerando uma quantidade enorme de lixo orgânico que poderia alimentar quem não tem as mesmas condições financeiras. Atrelado a isso, o custo para os governos manterem a segurança alimentar de sua população extrapola suas condições econômicas, já que, no atual modelo econômico capitalista mundial, a gestão de distribuição de alimentos é focada no lucro apenas.
Para que um governo possa manter a segurança alimentar do povo, mais do que a disponibilidade de alimentos no mercado, é necessário que haja renda para a compra desses insumos. Conforme pode ser visto no Brasil, a maior parte da produção é exportada para outros países e, ainda, o que fica precisa de dinheiro para ser comprado. Isso mostra que o problema não é a quantidade de produção, mas, sim, falta de ações que erradiquem a fome.
Já no cenário mundial, a festão de distribuição de alimentos está atrelada a economia liberal capitalista que não se presta a erradicar a fome. Como exemplo, um dos continentes que mais sofreu abusos na história, a África, tem a maior taxa de insegurança alimentar do mundo atualmente. O que nos mostra necessário desatrelar a gestão de alimentos da economia e voltá-la à erradicação da forme.
Por fim, para que haja uma solução na distribuição de alimentos a fim de torná-la sustentável, é necessário que a ONU (Organização das Nações Unidas) reúna os países produtores de alimentos e seus empresários para que organizem a distribuição de alimentos de maneira equitativa, evitando ao máximo o desperdício, sem necessariamente ter de aumentar a produção agrícola.