Os impactos da desigualdade na distribuição de alimentos e a busca por soluções sustentáveis
Enviada em 27/08/2025
No Brasil, o artigo sexto da Constituição Federal garante assistência aos desamparados, como a distribuição de alimentos a todos. Entretanto, este direito não é aplicado com eficiência, um exemplo disso são os grandes casos de pessoas com insegurança alimentar. Nesse sentido, é necessário buscar tanto soluções para produzir mais recursos, quanto meios de redistribui-los com eficiência, sem afetar o meio ambiente. Assim, as industrias químicas devem realizar a produção de agrotóxicos em quantidades que regulamentadas em lei e o Ministério da Assistência Social fazer compras de alimentos para entregar às familias carentes.
Em primeira análise, o Milton Santos relata que a democracia só é efetiva a medida que atinge a todos os cidadãos, isto é , quando os direitos são usufruídos por todos. Dessa maneira, para haver igualdade aos brasileiros no direito de alimentação, deve, além de produzir, construir meios éticos na distribuição deles. Para isto, o Estado deve comprar alimentos das indústrias que estejam em conformidade com a lei e através do mapeamento socioeconômico, realizar a entrega a pessoas vulneráveis.
Contudo, para realizar a distribuição de alimentos a indivíduos com insegurança alimentar, deve aumentar a produção deles. Já que segundo a Organização das Nações Unidas, para acabar com fome, agricultura deve aumentar produtividade em 28% na próxima década. Dessa maneira, o uso de agrotóxicos é essencial para desmatar menos o ambiente e avançar na colheita de recursos alimetícios. No entanto, o uso desenfreiado de agrotóxicos pode contaminar os alimentos e gerar danos a saúde pública. Dessa forma, a fiscalização ambiental deve monitorar a produção deles, a fim de assegurar as quantidades dos pesticidas previsto em lei.
Dado o exposto, para erradicar a fome no país, é preciso de um equilíbrio entre a produção de alimentos e a sua distribuição. Diante disso, o Ministério da Agricultura deve criar políticas públicas ativas de fiscalização da produção de agrotóxicos. Dessa maneira, construir labotórios móveis a fim de deslocar nas fabricantes e realizar o seu controle de quailidade. A partir dos alimentos sob rígido controle de qualidade, fazer a sua redistribuição a pessoas em estado de vulnebilidade, sob pesquisa do Ministério da Assitência Social.