Os impactos da desigualdade na distribuição de alimentos e a busca por soluções sustentáveis

Enviada em 22/10/2025

Karl Marx escreveu que a sociedade capitalista é dividida entre classes, sendo uma a dos proprietários, que teriam acesso aos meios de produção, e a outra do proletariado, que seria explorado. Essa divisão causaria uma disparidade na qualidade de vida e no acesso a recursos. Embora as ideias de Marx sejam apenas uma teoria, a existência de classes com diferentes disponibilidades de recursos é pouco questionada. Tendo em mente que isso também se aplica à distribuição de alimentos, é necessário que, devido às consequências do problema, como efeitos na saúde de parte da população, as causas da desigualdade na distribuição de alimentos, como a desigualdade financeira, sejam identificadas e combatidas.

Primeiramente, no que tange às causas da desigualdade na distribuição de alimentos, se destaca a desigualdade financeira. Isso porque a menor disponibilidade de dinheiro faz com que indivíduos tenham menos condições de comprarem os produtos necessários para sua alimentação. Tal ideia é suportada pelo fato de que os locais mais afetados pela fome, como a Venezuela, que tem uma condição econômica indesejável, possuem altos índices de pobreza.

Ademais, com relação às consequências da desigualdade na distribuição de alimentos, são particularmente significantes os efeitos negativos causados na saúde de parte da população. Isso se deve aos fatos de que uma alimentação adequada é essencial para que a pessoa seja saudável, e de que a desigualdade em questão faz com que haja uma falta de alimentos para certos grupos. Como exemplos de problemas de saúde causados pela fome, podem ser exemplificados, de acordo com a biologia, o escorbuto, a xeroftalmia dentre vários outros desequilíbrios causados pela falta de vitaminas, além da própria morte, causada pelo esgotamento de fontes de energia.

Portanto, tendo em mente tudo que foi mencionado, é necessário que os Estados, por meio de uma ação conjunta de ministérios como o Ministério da Justiça, façam projetos de lei que determinem uma taxação da população mais rica para fornecer uma renda básica para a mais pobre. Isso será feito para que, de forma sustentável, toda a população tenha condições de comprar alimentos.