Os impactos da desigualdade na distribuição de alimentos e a busca por soluções sustentáveis
Enviada em 08/04/2026
A desigualdade do sistema em que vivemos é algo visivel, inclusive na questão alimentícia, hoje milhões vivem na miséria e passam fome, a sociedade brasileira não fica de fora sabendo que em 2022 foi registrado que mais de 50% dos cidadãos brasileiros vivem em situação de insegurança alimentar.
No capitalismo moderno tudo o que consumimos vira mercadoria, incluindo alimentos, o acesso a direitos básicos passa a ser limitado em cenários de baixa renda. Sabe-se que o acúmulo de capital é uma das características principais deste sistema, um grande exemplo disso é o próprio Brasil que de 37% a 63% do patrimônio brasileiro está em domínio de menos de 1% da população, favorecendo a uma elite econômica, gerando desigualdades que excedem a esfera financeira.
Com o conhecimento de que a miséria é um problema estrutural e enraizado é fundamental direcionar a devida atenção a este tema, combatendo-o com políticas públicas e comunitarismo. Taxar grandes fortunas permitiria, por exemplo fortalecer cozinhas e hortas comunitárias tornaria a alimentação acessível, principalmente em regiões periféricas em que reside a maioria da população pobre onde muitas vezes recursos não chegam.
É evidente de que a insegurança alimentar é um reflexo claro de disparidades de renda. Para a reversão deste sistema cabe ao governo implementar a taxação de grandes fortunas, reposicionando tais recursos a consolidação de projetos que visam a segurança alimentar principalmente do povo periférico, assegurando que a dignidade social não dependa de renda.