Os impactos da pandemia da Covid-19 no mercado turístico
Enviada em 05/09/2021
Viagens canceladas, hospitais lotados e uma irrisória imunização da população contra o Corona, tais características definem o atual cenário pandêmico. Com isso, o mercado turístico recebeu nítidas modificações, posto que a contaminação atingiu as comunidades em escala global e isso urge a necessidade em barrar o fluxo de pessoas. Logo, dois fatos contribuíram para essa problemática: a globalização no trâmite de indivíduos e a falta de incentivos antivirais.
A princípio, com o surgimento das aldeias globais, a informação e o comércio corresponderam as demandas mercadológicas em nível mundial. Tal acepção comunga com o período histórico da ´´Guerra Fria´´, que interveio na geração de tecnologia e ampliou não somente o fluxo virtual, mas também a conexão entre diferentes comunidades. Nesse viés, as necessidades trabalhistas e o desejo em visitar diferentes culturas são noções que contemplam o inchaço turístico, e, por sua vez, a fácil contaminação de qualquer foco viral. Em vista disso, a globalização é impulsionadora de qualquer negativa na saúde pública, posto que esse fenômeno incentiva o trâmite de pessoas e lenifica, por exemplo, a facilidade em identificar novas mutações do vírus. Em suma, urge a necessidade em conter, temporariamente, o movimento migratório, com intuito em barrar novas contaminações.
Outrossim, a falta de incentivos antivirais considera a presença do Corona nos municípios, e, consequentemente, os sérios impactos no mercado turístico. Essa verdade dialoga com a filosofia de Santo Agostinho ao discernir que a não percepção do mal contribui para presença desse. Analogamente, a negativa em identificar e agir contra novas cepas virais facilita a interrupção de viagens e burocratiza o progresso na saúde pública. Em vista disso, a falta de cuidados preventivos e o desleixo em usar máscaras e produtos de higiene pessoal formentam um cenário de retrocesso sanitário e mostram, por si só, as dificuldades em sanar a pandemia. Desse modo, é fulcral o sucesso na saúde coletiva para permitir a presença do turismo.
Portanto, compete aos agentes sociais harmonizar os impactos da Covid-19 no mercado turístico. Para isso, o Ministério do Transporte deve publicitar cursos técnicos, que ensinem regras de imunização e convivência dentro dos espaços aeroviários e rodoviários, por meio das mídias, pois informará os malefícios da globalização sem cuidados, a fim de permitir viagens com mais qualidade. Em referência às prefeituras locais, propõe-se a projeção de acesso a máscaras e produtos de higiene, mediante verbas estatais, posto que incentivá suportes antivirais, com fins na harmonia coletiva. Sem isso, o turismo ainda será alvo de ataques do mal gerenciamente público contra o Corona.