Os impactos da pandemia da Covid-19 no mercado turístico
Enviada em 16/09/2021
Em 1796, a varíola assolava a Inglaterra, quando o médico Edward Jenner realizou um experimento que deu origem ao que chamamos de vacina. Na atualidade, a pandemia da COVID 19, além de causar a morte de mais de 600 mil pessoas no Brasil, teve impactos negativos sobre a economia, sendo o setor do turismo um dos mais afetados. Aprimoradas e adotadas globalmente as vacinas e medidas sanitárias se mostram, novamente, como a saída para o caos gerado pelo coronavírus. Dessa forma, urge analisar causas e consequências do impacto negativo no setor do turismo, desenvolver estratégias para revertê-lo e auxiliar desde as grandes empresas do ramo até microempreendedores que fazem do turismo sua fonte de renda.
Diante desse cenário, sabe-se que, o setor do turismo é um dos mais impactados, pois além do medo da doença, as medidas de distanciamento causando o fechamento de cidades para conter o avanço do vírus, a crise econômica coloca o lazer e o turismo como um dos últimos itens na lista de prioridade de gastos dos brasileiros. O fator preocupante é que o turismo é um dos setores mais importantes da economia do país, o que torna a questão um problema que se retroalimenta.
Além disso, o problema atinge desde grandes cidades, como o Rio de Janeiro, que é o local que mais recebe turistas no Brasil, mas também pequenos vilarejos e municípios, que têm no turismo sua fonte de renda. O filósofo Zygmund Bauman escreveu que não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas. Nesse sentido, a união de esforços entre Estado e indivíduos é a chave para a retomada do setor.
Portanto, o Ministério da Economia e o Ministério da saúde devem elaborar um plano conjunto que auxilie o setor, reunindo incentivos fiscais para empresas, auxílio financeiro para microempreendedores, vacina disponível para todos e campanhas que conscientizem sobre sua importância frente a variantes. Dessa maneira, o Estado estará contribuindo para a retomada do setor de turismo e para o fim da crise econômica.