Os impactos da pandemia da Covid-19 no mercado turístico
Enviada em 03/11/2021
“Moro em um país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza” a letra da música de Jorge Ben Jor descreve a beleza do Brasil, que era muito bem aproveitado pelo turismo. Entretanto, com a pandemia do novo coronavírus, o cenário das relações sociais sofreram uma mudança drástica para o pior, sendo os dois fatores que mais aceleraram esse problema foram as medidas de quarentena e a instituição da modalidade “Home office”. Desse modo, fica evidente a necessidade de trabalhar com esses novos desafios para reduzir os impactos no mercado de turísmo.
Preliminarmente, convém analisar as adversidades causadas pelo coronavírus atingem diretamente nas relações pessoais, pois com a quarentena, os indivíduos foram obrigados a manter distanciamento e não sair de casa. Sob esse viés, o turismo sofreu um duro golpe, visto que para seu funcionamento é necessário ter deslocamentos e contatos com gente de diferentes localidades, o que se mostra alarmante em tempos de pandemia. Por isso, de acordo com o Ministério do Turismo, o ramo de atividade turística perdeu mais da metade de seu faturamento semanal, representando uma grande ferida na economia.
Outrossim, vale salientar que outro impacto da pandemia do covid-19 foi no setor de turismo pendular. Uma vez que muita das viagens feitas por conta de trabalho, agora foram substituído por reunião online, que é bem mais simples e seguro, mas afetou tragicamente hotéis e restaurantes localizados em centros comerciais, como mostra o levantamento da Fundação Getúlio Vargas, que indicou um decréscimo de 21% nessa área, entre outubro de 2020 até 2021.
Portanto, diante do exposto, para resolver aspectos conflitantes a respeito dos impactos da pandemia de covid-19 no mercado de turismo, ações interventivas são indispensáveis. Para tanto, cabe ao Governo Federal garantir verbas de auxílio para o Ministério do Turismo, por meio de convênios com empresas e trabalhadores do setor, para que possam ter o mínimo de sustento e dignidade em seu cotidiano, a fim de que a economia não deixe de rodar, evitando a marginalização desse grupo. Assim, haverá uma sociedade que poderá usufruir das belezas nativas do Brasil.