Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 02/10/2020
“A tecnologia move o mundo”. Frase dita por Stive Jobs reflete a forma em que a tecnologia está enraizada na sociedade. Uma vez que inteligência artificial compartilha até 5 vezes mais desinformação, isso se configura como “erro no sistema”. Assim, é de extrema importância o diálogo sobre saúde mental em meio a plataformas e a manipulação de dados por IA.
No contexto atual, o diálogo do uso de IA é a solução para o impasse ético e moral. Tal como o filme documental O Dilema das redes - Produzido pela Netflix - plataformas utilizam máquinas híperinteligentes para análise, previsão, segurança e automação de dados. Contudo, as máquinas não levam em conta fatores éticos e morais, a partir do momento que se entende o mecanismo, efeitos colaterais como Fake News se tornam uma realidade aterrorizante para sociedade, fazendo com que o índice de suicídio aumente entre jovens e adolescentes.
Além disso, a manipulação de dados representa um perigo para a democracia. Bem como Douglas Adams disse “A humanidade está adquirindo toda tecnologia certa por todas as razões erradas” , análogo a isso, em 2016 o Facebook foi julgado por influenciar as eleições presidenciais, a IA da rede social foi acusada por não ser fiel a realidade, valorizando o que o usuário tinha por verdade e não o que se era comprovado.
Em suma, para combater os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial a ONU deve promover leis contra a manipulação de dados de modo que as empresas se responsabilizem pela saúde mental de seus usuários com efeito de que não a tecnologia mova o mundo e sim os seres-humanos.